quinta-feira, 8 de outubro de 2009

No Mínimo 13 Ais Para o Invejoso!...




NO MÍNIMO 13 AIS PARA O INVEJOSO!...










1. Ai do invejoso, pois faz do outro o seu próprio limite.

2. Ai do invejoso, visto que estabeleça como ideal para si mesmo um eu falsificado.

3. Ai do invejoso, porque decidiu no ato de invejar viver para se frustrar.

4. Ai do invejoso, posto que seu desejo seja ser quem ele não é e jamais será.

5. Ai do invejoso, pois pela inveja se faz assassino de muitas maravilhas de Deus.

6. Ai do invejoso, visto que morrerá sempre dizendo para si mesmo que tentou e não conseguiu.

7. Ai do invejoso, posto que não viva, mas apenas exista de tentar...

8. Ai do invejoso, porque sua recompensa será a sua amargura...

9. Ai do invejoso, visto que viciará o seu olhar no intento de enfeitiçar...

10. Ai do invejoso, pois sempre cairá no abismo da tentativa de saltar para onde não seja o seu lugar natural e simples...

11. Ai do invejoso, posto que corre o risco de fazer coro à Crucificação.

12. Ai do invejoso, porque não admitirá a própria Ressurreição, antes, por inveja dirá: Foi um embuste...

13. Ai do invejoso, pois a existência lhe dará em contrário tudo o que por inveja cobiçar. Poderá ter tudo, mas morrerá sendo nada...



Pense nisso!
Caio

Falando Sobre Vocação Ministerial


Falando Sobre Vocação Ministerial


Numa vocação específica apesar de ser diferente em cada pessoa, ela possui em si uma certa uniformidade estrutural. Primeiro Deus nos chama, depois inquietos com o mistério que a graça provoca naquele que está sendo chamado, a pessoa provocada parte para entender o que verdadeiramente lhe inquieta, e, conseqüentemente acaba passando para o dinamismo do discernimento, em seguida por uma preparação, opção e resposta assumida como missão.

Vejam que o processo se dá praticamente em quatro etapas. Deus que chama. O homem que busca a Deus. O homem que se converte, recebe um sinal eficaz. E por fim o homem que se compromete com uma missão. Este tipo de processo se encaixa com muita precisão nas vocações bíblicas, vocações de santos, vocações em geral.
Daí é perfeitamente aceitável, quando o relato vocacional de alguém venha também a nos fazer pensar na nossa específica. Aqui no nosso caso temos a quase definitiva certeza de que muitos dos nossos leitores partilhem conosco desta mesma idéia, quando essa estrutura se aproximar em certa semelhança de suas próprias experiências.

Mas, naquilo que é essencial e profundamente substancioso nos relatos em comum, insistimos mais uma vez, que a experiência de cada um em particular e a forma como a Graça nos chama se processa como uma única realidade para cada pessoa em especial. Isto tudo se dá no chamado tempo da Graça, seja na etapa do discernimento, no âmbito formativo ou na vivência ministerial se tratando no caso do sacerdócio.

O importante aqui neste momento, é sermos de certa forma o mais preciso possível na reavaliação e releitura da caminhada, procurando ser sincero naquilo que é essencial que certamente faremos daqui a diante, acentuando mais os pontos de luzes do que os que nos pareceram mais sombrios e vazios em algumas incertezas que se cruzaram ou cruzarem no mesmo processo até o momento atual.
Acontece ou deveria acontecer primeiro dentro da gente.
Pense nisso
Wagner

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Falando da Graça de Deus



Falando da Graça de Deus




“O tempo está cumprido”, Jesus disse, “e o reino de Deus está próximo; arrependei-vos e crede no evangelho” (Mc 1.15). Dê as costas aos pecados do ceticismo e do desespero, desconfiança e do cinismo, da reclamação e da ansiedade.

O evangelho da graça nos chama a cantarmos a cada dia o mistério corriqueiro da intimidade com Deus em vez da busca por milagres e visões. Ele nos conclama a cantarmos as raízes espirituais de experiências corriqueiras como apaixonar-se, falar a verdade, criar um filho, dar uma aula, perdoar uns aos outros depois de nos ferirmos uns aos outros, permanecermos juntos em momentos difíceis da vida, na surpresa e na sexualidade e no esplendor da existência.

Dos tais é o reino dos céus, e de tais mistérios caseiros consiste a religião genuína. A conversão da desconfiança para a confiança é uma busca confiante do significado espiritual na existência humana. A graça abunda e permeia as margens da existência humana.

A graça quer dizer que no meio da nossa peleja o árbitro apita anunciando o término da partida. Somos declarados vencedores e mandados para o chuveiro. Encerrados estão todos os esforços para obter o favor de Deus; cancelado está todo o suado empenho para garantir o valor próprio; chegou ao fim toda a pressa competitiva de chegar a frente dos outros.

A graça quer dizer que Deus está do nosso lado e que somos, portanto, vitoriosos, independente do nosso desempenho do jogo. Podemos partir tranquilamente para o chuveiro e para a celebração com champagne.

O evangelho declara que, não importa quão dedicados e devotos sejamos, não somos capazes de salvar a nós mesmos. O que Jesus fez foi suficiente.

O Evangelho Maltrapilho
Brennan Manning
Editora Mundo Cristão

Que pena que as pessoas não enxergam.
Muito bom para fazer uma introspecção.
Wagner

domingo, 4 de outubro de 2009

Transigência Vazia



Transigência vazia


Ricardo Gondim me dizia, na verdade, é que, embora ético, infelizmente mereço garrote inquisitorial, ostracismo social, difamação
Depois de enlameado e jogado na abjeta sarjeta da heresia, ainda tive que ouvir: “Ricardo, você é uma das pessoas mais éticas que conheço”. Confesso, não me empolguei nem um tiquinho com o elogio. Por uma razão muito simples, ética vale muito pouco dentro do movimento evangélico. O que a pessoa e abandono relacional. Dispenso o confete. Na boca de um ortodoxo ele não passa de condescendência. Acomodação branda sem valor. A deformação ética do Brasil, percebo estarrecido com os últimos eventos, não se restringe ao movimento religioso que participei a vida inteira. Ela é nacional. Em nome da governabilidade, o partido que sustenta o governo faz alianças com políticos anacrônicos, oligarcas medonhos que condenaram milhões à morte. Em nome do mandato missionário, fecham-se os olhos para falcatruas contábeis. Toleram-se ratos para não atrapalhar a exequibilidade do projeto.

O governo quer eleger o próximo presidente (próxima?) e não pisca duas vezes antes de vender-se ao diabo. Os evangélicos querem povoar o céu e para isso precisam de dinheiro, muito dinheiro. Urge construir mega catedrais, comprar redes de televisão, jatinhos e helicópteros. Não seria possível estabelecer o reino de Deus sem montar filial em Miami. Para valer o discurso esfarrapado da “unção” divina, é preciso mostrar produtividade.

Ninguém se elege no Brasil sem beijar a mão nojenta de caudilhos que se emporcalharam na corrupção. A grana que financia megalomanias evangélicas não cai do céu, como o maná dos tempos de Moisés. Então, que os escrúpulos vão às favas!

A roda tem que girar, o show da fé precisa do horário nobre. É o vale tudo tupiniquim que fez Rui Barbosa afirmar que “de tanto ver triunfar as nulidades, de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a injustiça, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem chega a desanimar da virtude, a rir-se da honra, a ter vergonha de ser honesto”.

Responda, antes que se multipliquem os conselhos piedosos do tipo “não se deve desistir”, “a esperança é a última que morre”, “Deus está no controle”, “blábláblá”. Quantos ladrões de colarinho branco foram presos nos últimos vinte anos? Quantas denúncias de corrupção acabaram arquivadas na Câmara dos Deputados e no Senado? Quantas igrejas se esvaziaram depois que seus líderes foram sentenciados por crime? “Denuncismo”, grita o Presidente com a língua (e o rabo) presa. “Satanás”, vocifera o pastor engravatado de cima do púlpito.

Não, não sou pessimista, apenas realista. Se conseguirem repatriar o dinheiro da merenda escolar depositado no Paraíso Fiscal, voltará apenas uma fração. Se provarem que houve extorsão e lavagem de dinheiro na igreja-empresa, nada acontecerá com o apóstolo ou bispo. O presidente manterá seus altíssimos índices de popularidade. A igreja vai convocar uma vigília de oração para amarrar o diabo, que será um sucesso.

Prefiro a pecha de herege ao de bandido. E por falar em heresia, gosto mais do Chico Buarque do que do televangelista de voz aveludada: “Mesmo com toda a fama, com toda a brahma/ Com toda a cama, com toda a lama/ A gente vai levando, a gente vai levando, a gente vai levando/ A gente vai levando essa chama”.

Soli Deo Gloria
Texto Ricardo Gondin
Muito bom!
Wagner

O rei tem dirreito a tudo [...] ou a quase tudo...




O rei tem direito a tudo [...] ou a quase tudo...





Na Bíblia, quando Israel pede um rei, a advertência de Deus pelo Profeta Samuel, era que o povo não sabia o que desejava ao pretender ter um rei humano...; pois, ao rei se daria tudo..., do melhor do campo às melhores mulheres..., do imposto ao serviço demandado..., e, sobretudo, se daria a alma a fim de cumprir caprichos e desejos do rei na forma de grandes obras e construções...; sem falar que a descendência do rei teria garantida a seqüência do poder real, de modo que um imbecil, criado e mimado como idiota, se torna o rei por vir...


Só que o ser ou se sentir rei é uma droga viciante...


Ora, tal fenômeno atinge a todos os que têm impérios ou reinados, não importando o tamanho, o âmbito e a natureza do sentir soberano da pessoa...

Na realidade, essa Síndrome de Rei, além de dar com freqüência em coração de políticos, empresários, gurus, bispos, autoridades religiosas, apóstolos carismáticos, mafiosos, bandidos muito fortes, médicos geniais ou arrogantes, advogados sempre vencedores, juizes arbitrários, e em toda e qualquer pessoa vaidosa e com muito poder — também ocorre em gente pobre e sem poder no mundo, mas que justamente por esta razão, assumem o poder como machismo... [no caso majoritário, de homens...]; que é a frustração do homem que nunca será Rei de muitos...; embora, no âmbito de sua casa, casamento e família, ele, esse homem sem poder para fora..., seja um déspota perverso..., seja um marido brutal..., seja um pai cheio de caprichos e regras..., seja um filho mandão..., seja um irmão superior..., seja um primogênito cheio de direitos de nada..., seja um medíocre aos seus próprios olhos..., mas, justamente por isto, amargurado até à morte..., enquanto massacra os pobres familiares ou subservientes em geral...; sim, em razão de sua raiva em relação à existência..., que não fez dele o rei que ele desejaria ser..., ainda que não saiba exatamente disso.


Amargura..., de um lado, no lado pobre e fraco; e adulação..., do outro lado, do lado rico e poderoso — são os dois maiores propulsores da Síndrome de Rei.

Ora, se você adiciona a isto ainda a Síndrome de Lúcifer, que é aquela que ataca o coração “ungido, carismático, messiânico”, o resultado é o nascimento de um Bispo, ou de um Apóstolo, ou de um Papa... — que são os Reis Ungidos... Sim, esses fazem a pior versão da Síndrome de Rei.
A Síndrome de Rei também ataca os muito inteligentes e ocupados, que sabem do seu valor, do valor do seu tempo, e, por isto, tornam-se extremamente exigentes em relação a tudo que diga respeito à sua eficiência...


Sim, tudo tem que existir para maximizar o potencial do Rei da Competência...
O fato é que desde que se desejou “ser como Deus” que não apenas a Síndrome de Lúcifer nos atacou..., de um modo ou de outro, mas, também, a sua versão mais terrena e imediata, que é a Síndrome de Rei.


Assim, simplificando, eu digo a você e a mim mesmo, que todos os dias temos que lutar ou estar apercebidos em relação à Síndrome de Lúcifer, ou, no mínimo, estar atentos à Síndrome do Rei, que é a obsessão de importância que ataca a todos os amargurados, a todos os adulados e a todos os muito capazes e importantes aos seus próprios olhos.


Quem não encontrar sinais de nada disso em si mesmo nunca, seja pela vida da pobreza amargurada e que se torna abusiva, seja pela via da adulação que cria um idiota, seja pela via da competência que cria um arrogante — então esse é varão livre e liberto, para além de toda tentação e egoísmo, e, portanto, não deve levar a sério nada do que escrevi, pois, não é para tal pessoa...; embora, sinceramente, eu diga a você: tudo aqui é para mim...


A única cura para esse mal é aquela que decorre da renovação diária da consciência, na busca de termos em nós mesmos o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus, o qual, subsistindo em forma de Deus, não julgou como usurpação ser igual a Deus, antes a Si mesmo se humilhou, se tornou uma figura humana, e aceitou ser obediente até a morte, e morte de Cruz, pelo que Deus o exaltou, e lhe deu o nome que está sobre todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, tanto no céu quanto na terra, e toda língua confesse que Jesus é o Senhor, para a glória de Deus Pai.

Caio Fábio


Bom para refletir

Wagner

sábado, 3 de outubro de 2009

Falar de Cristo é Facil; Vive-lo na Essência é Dificil


Falar de Cristo é Fácil; Vive-lo na Essência é Difícil


O Cristo sem a Cruz fincada na realidade iluminada pela ressurreição. A cruz pregada nas instituições “igrejas”, é na verdade uma espécie de brinquedo de criança que constantemente levam seus consumidores a vitrine midiática, discutindo suas vantagens e desvantagens numa linha mais para a teologia da prosperidade que visa um certo retorno de bênçãos num tom bem mais verde, como são as notas daqueles seus costumeiros dólares americanos. Mas, um Cristo assim, bem light, que fala com sotaque inglês, sem um certo sacrifício solidário, para que se reconcilie com o mundo, consigo mesmo, com o outro, e, com o próprio Deus, não passa de um itinerante pregador barato, meio afeminado, descolorido em si que merece a popularidade apenas pelo seu romântico Sermão da Montanha, mas que merece também a impopularidade tanto pelo que afirmou acerca da sua divindade, como pela sua doutrina sobre o divórcio, juízo e inferno.

Este Cristo meramente sentimental, com sabor de Coca-Cola, salgado feito batatas fritas, recortado num fundo de mil lugares, sustentado por etimologistas acadêmicos, incapazes até mesmo de ver a Palavra, ou deformado, até perder a fisionomia pessoal, pelo princípio dogmático de que tudo o que é divino tem necessidade de ser mito; é na verdade apenas um instrumento de marketing, reduzido a um mero clichê de que “Deus é Dez” negando-o em si a sua infinitude, aos caprichos do consumismo moderno. Um Deus assim, não pode mesmo resolver os conflitos do coração humano.
Sem a sua Cruz, fincada na realidade e iluminada pela Ressurreição, o “Cristo da Coca-Cola” não passa então de um ardente percursor da pseudo democracia, sempre simbolizada numa velha estátua da liberdade (que de liberdade não tem nada), ou de um humanitário propugnador da fraternidade sem lágrimas ou risos.

O problema agora é este: A Cruz que o comunismo perdeu quando sustentava nas mãos os muros de Berlim, não encontrou o Cristo primeiro que “o Cristo sentimental garoto propaganda da Coca-Cola”, do mundo Ocidental americano?
Cadê a Cruz redentora que o “Cristo da Coca-Cola” poderá trazer para aqueles que viram seus amigos soterrados nos acontecimentos terroristas daquele tão fatídico 11 de Setembro de 2001?

O grande teólogo Moltmann diria nesta circunstância: Ali, o Cristo também morre soterrado!

Não podemos encontrar o Cristo assim, fugindo da realidade dos acontecimentos históricos, saindo do seu seguimento e dando um não descarado a sua causa. É preciso ir à busca daquele “Jesus histórico” que se encontra sentado à mesa comum dos nossos pobres da última hora, para entender sua vida e sua proposta de amor na vida destes nossos mesmos irmãos. Só poderemos tocar verdadeiramente no Jesus histórico se soubermos tocar solidariamente no histórico, real e gritante mundo de nossos pobres!

Damasceno Penna

Bom para refletir
Wagner

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Uma Hermenêutica do Mal



Uma Hermenêutica do Mal








O mal tem o seu próprio espírito de época. Ele na verdade não precisa mais daqueles seus chifres, rabo de escorpião ou garfo de fogo para se manifestar, como se pensavam muitos cristãos na época da Idade Média. Ele ainda se faz presente, nos sofisticados joguetes das palavras, que por sinal, muito bem preparadas, escolhidas, contidas e completamente prontas para seduzir, naquilo que interessam para os discursos religiosos, sociais, políticos ou culturais da mídia fluente dos nossos tempos.

Tratando-se do complexo universo religioso, diríamos que o mal hoje em dia, anda de Bíblia na mão, ou melhor, debaixo do nosso braço como se fosse mesmo desodorante, que pode ser comparado semelhante àquele da época de Jesus, seduzindo a todos, com a própria Palavra de Deus, transformada então, em protocolos meramente humanos, para manter o ritmo da suposta “PAX ROMANA”.

Em nossos dias, a Marca da Besta tem na verdade “versículos bíblicos” como instrumento de marketing. É muito fácil dominar povos e culturas, sem precisar das armas ou das forças políticas, econômicas, sociais ou culturais. Bastam atingir aquilo que de mais intrínseco o ser humano carrega dentro de si, a sua crença religiosa. Esta crença é a alma de sua própria cultura. É por aí, que as coisas tomam o rumo desejado pelos fazedores de discípulos do império do mal. Vamos aqui trocar a expressão império do mal por “Cultura de Morte”.

Os romanos para favorecerem a sua dominação pela “Cultura de Morte” ofereciam pão e circo aos povos a eles subjugados. Era na época uma espécie de assistencialismo paternalista, que sob as lentes de um sensacionalismo dos jogos circenses seduziam aquela população alucinada, onde a recompensa como prêmio era mesmo a vida ou a morte, como euforia de uma suposta mídia vigente.

Hoje em dia não é tão diferente já que os donos do poder oferecem restaurantes populares e ‘piscinões’ para enganar o povo com um falso lazer. “A Pax Romana” dos nossos dias de hoje é trocada pela sugestiva “Paz Americana” (vejam que uma águia sutilmente substitui a outra), provinda de seu “Jesus Cristo Superstar” fabricado como uma espécie de super herói de brinquedo do tipo “Superman” para então adocicar as diversas tendências neopentecostais que povoam a arena religiosa do momento.

Este atual presente de Tróia, exportado para os países de terceiro mundo embalado como um brinquedo americano, já tem entre nós milhares de adeptos pelo país e está ampliando-se mundo afora. É igual a “Denorex”, como diria aquela antiga propaganda, se parece, mas não é. Oferecido ao povo como o próprio Filho de Deus, mas não é. Na verdade, seria apenas mais uma “bolha de sabão” ideológica iludindo a muitos com seu fascinante brilho colorido. Esse “Jesus” que aparece por aí com sotaque americano não é aquele que se encarnou na história com sotaque Galileu, ele é enfim, na verdade, uma espécie de Coca-Cola que anuncia mais a des-graça do que a Graça Libertadora do Reino.

Damasceno Penna

Muito bom
Pare e reflita
Wagner